Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius Duo

Conheça o novo álbum "Antítese"

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CD de Rodrigo Chenta & Ivan Barasnevicius Duo - Antítese

RELEASE

Os guitarristas Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius iniciaram as atividades do seu duo em 2013, desenvolvendo técnicas de arranjo, composição, improvisação e interação musical. Utilizam apenas duas guitarras eletroacústicas com encordoamento liso.

Seu repertório é feito de composições próprias. Alguns temas caminham por ambientes como a balada, a bossa nova, o jazz moderno, o samba e o groove, entretanto a maioria das obras musicais compostas pelo duo demonstram grande originalidade ao não se enquadrarem em gêneros e estilos musicais já formatados e difundidos. Algumas peças trazem elementos experimentais e são criadas no momento da sua execução através de jogos de improvisação ou partes literalmente livres.

A diversidade timbrística é uma das características mais marcantes do duo. Cada guitarra possui uma sonoridade muito peculiar. Enquanto Rodrigo Chenta prioriza a utilização do som acústico de seu instrumento, Ivan Barasnevicius dá mais ênfase ao som do amplificador. Outra característica marcante é o formato não-standard adotado tanto nas composições como na maneira de interpretar e improvisar de ambos os músicos.

Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius compõem separadamente, no entanto os arranjos coletivos mostram como os dois músicos conseguem um notório entrosamento tanto musical como no âmbito das ideias e propostas artísticas.

Gravaram em 2015 o seu primeiro CD autoral intitulado "Novos Caminhos" que teve grande apreço da crítica especializada. Possui peças musicais escritas especificamente para a referida formação instrumental e adaptações com belos arranjos para temas compostos anteriormente.

Em 2016, lançaram o álbum "Antítese", que além de aprofundar algumas propostas do primeiro trabalho, como a diversidade de timbres e o formato não-standard, também percorre novos e diversos caminhos ao atuar com canções que interagem tanto com jogos de improvisação, técnicas contrapontísticas, influências da música mineira dos anos 1970 e também do rock.

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DISCOGRAFIA

Antítese - Rodrigo Chenta % Ivan Barasnevicius

Músicas:


1. Fritando panqueca (Rodrigo Chenta) 5:48

2. Faça-se a luz! (Ivan Barasnevicius) 4:19

3. Crossfades (Ivan Barasnevicius) 4:08

4. Sem água (Rodrigo Chenta) 3:48

5. Nove horas (Ivan Barasnevicius) 5:15

6. Quartais (Rodrigo Chenta) 1:02

7. Novos caminhos 2 (Rodrigo Chenta) 8:40

8. Suite for Derek Bailey (Ivan Barasnevicius) 5:56

9. Antítese (Rodrigo Chenta) 1:56

10. Tema pro Caguaçu (Ivan Barasnevicius) 4:52




Total: 45:49


Ficha técnica:


Lançamento: 2016

Rodrigo Chenta: Guitarra acústica (canal esquerdo)

Ivan Barasnevicius: Guitarra acústica (canal direito)

Estúdio: Estudio André Ferraz

Gravação, Mixagem e masterização: Entre setembro e dezembro de 2015

Novos Caminhos - Rodrigo Chenta % Ivan Barasnevicius

Músicas:


1. Novos Caminhos (Rodrigo Chenta) 6:02

2. Serra do Cafezal parte 3 (Ivan Barasnevicius) 5:34

3. Sente o sete (Ivan Barasnevicius) 3:10

4. Mulher Brava (Rodrigo Chenta) 4:17

5. Inocência (Rodrigo Chenta) 3:39

6. Tema para Pietra (Ivan Barasnevicius) 5:00

7. Contrastes (Rodrigo Chenta) 2:16

8. Serra do Cafezal parte 1 (Ivan Barasnevicius) 6:47

9. Minha neném (Rodrigo Chenta) 4:15

10. Valsa para Ana (Ivan Barasnevicius) 4:47

11. Inocência (Rodrigo Chenta) 3:21

12. Tema para Piestra (Ivan Barasnevicius) 4:54


Total: 54:09


Ficha técnica:


Lançamento: 2015

Rodrigo Chenta: Guitarra acústica (canal esquerdo)

Ivan Barasnevicius: Guitarra acústica (canal direito)

Estúdio: Estudio André Ferraz

Gravação, Mixagem e masterização: Entre setembro de 2014 e janeiro de 2015

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IMPRENSA




2016

Portal - www.informacaomusical.com

"Neste segundo CD é facilmente perceptível o alto nível nas composições musicais. Ouvem-se solos que produzem climas muito interessantes. É um álbum com linguagens díspares como o diálogo entre jogos de improvisação e melodias em canções com influência mineira. Outro destaque é a grande diferença do timbre das guitarras acústicas, já que duos do tipo tendem a soarem sempre iguais. Várias composições são difíceis de enquadrar em algum gênero, pois fogem do formato standard. Não podemos esquecer dos improvisos que demonstram grande técnica e musicalidade."

Fonte: www.informacaomnusical.com

33 Rotações - www.33rotacoes.com

"Os guitarristas Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta apresentam o álbum Antítese, o segundo do duo, trazendo um repertório totalmente autoral em que elementos experimentais são criados no momento da execução, fazendo uso de jogos de improvisação e aplicando partes literalmente livres.
Muita interação entre eles, passeando pelos ritmos brasileiros, a bossa, o jazz moderno, o samba e o groove. Como eles afirmam, a diversidade de timbres é uma das características mais marcantes do duo. Rodrigo Chenta, no canal esquerdo, prioriza a utilização do som acústico de seu instrumento; Ivan Barasnevicius, no canal direito, dá mais ênfase ao som do amplificador. O álbum foi gravado ao vivo, sem overdubs, e o resultado é espetacular, mostrando mais uma vez a nossa música instrumental em estado de excelência."

Fonte: www.33rotacoes.com

Rodrigo Vettorazzo - Depoimento

"Inevitável não fazer comparações com o primeiro álbum. A promessa era de que perceberia diferenças. Com apenas duas guitarras, seria possível lançar um conjunto de dez músicas novas que se diferenciassem notavelmente das anteriores?
É completamente clichê usar esse adjetivo, mas terei de usar: esse álbum é ousado. Se o primeiro conquistou um conforto e um estilo, esse foi a expulsão da zona confortável. Diria que é uma instalação sonora.
O primeiro contato que tive com o que viria a se tornar o disco, meses atrás, foi com as faixas Novos Caminhos 2 e Nove Horas lançadas pelo YouTube. Nove Horas, na época, me chamou muito a atenção por conta da "quebra": a música começa, cria um ambiente ao seu redor, constrói um cenário rapidamente, mas o quebra. O próprio som da frase que muda a música bruscamente me lembra um som de quebra. Mas a quebra é rápida, e logo és inserido novamente no ambiente que estavas antes, que agora já é território conhecido. A música faz isso então: te ambientaliza, te desperta com uma "quebra", pra em seguida retornar ao ambiente.
Essa "quebra" está bastante presente no álbum. A começar pela capa, na qual as imagens estão invertidas em relação ao nome do duo - Ivan primeiro, Chenta depois. Já nisso, intencional ou não, pode ser revelado que não estou em mãos com uma obra "fechada". Não é para ser concreto, geométrico, facilmente digerível. A interrogação é parte do conjunto. A presença de duas faixas curtas endossam isso: Quartais começa, parece que pegará força, e quando tu já a compreendeu e quer ouvir o que ela tem a dizer, ela simplesmente te abandona, terminando sem se explicar muito; já Antítese, a faixa título, intriga! A guitarra, fisicamente, é usada aí. A própria madeira vira som - é orgânico, palpável, tateável. Sempre espero que a faixa título traga em si a razão para dar nome ao álbum. Sempre espero que não se revele com uma escolha aleatória, e sim que intuitivamente sejam percebidos os motivos para que aquela faixa nomeie toda a obra. No caso, a quase caótica faixa Antítese cumpre tal expectativa.
Divagando um pouco mais:
Conversando com o Ivan a respeito do Novos Caminhos quando este fora lançado, disse a ele que havia percebido-o como um álbum "urbano". Mais especificamente começando com uma visita pro interior nas duas primeiras faixas, e na sequência voltando para a cidade grande. É um álbum ensolarado. Tem "cara" de praça, ruas arborizadas, paisagem da janela do ônibus, raios de sol entrando pela janela da sala.
Já Antítese percebi como um álbum "noturno". Tem o charme da noite. Pra ser ouvido no silêncio da madrugada, solitário. E assim como no Novos Caminhos, também enxerguei uma espécie de storyline: inicia-se de tardinha, de cara com as duas mais alegres do álbum, Fritando Panqueca (festiva) e Faça-se a Luz! (que tem uma "dança" encantadora das guitas - não diálogo, e sim dança, um passo aqui, um passo acolá), para depois anoitecer.
É na terceira faixa, Crossfades, que começa o cair da noite. Crossfades é aquele momento em que não é nem noite nem dia. Em que não se sabe se dá "boa tarde" ou já "boa noite". A música me levou pra confusão do fim do dia, quando os carros estão em peso na rua, o transporte público cheio, todos querendo escapar rapidamente das obrigações e da burocracia, para ao final me levar à calmaria extrema que fica na cidade quando já é tarde da noite. A aparição de tantas frases e propostas diferentes na música uma seguida da outra, uma quase atropelando a outra, me levaram à encrenca das 18h. Até que chega uma calmaria na música e que FICA, como se todos os carros já tivessem deixado as avenidas, o metrô vazio prestes a fechar, os grilos já audíveis.
Daí até o final, é noite em Antítese. Mesmo sabendo que Nove Horas, por exemplo, segundo o próprio Ivan, refere-se às nove horas da manhã. Taí uma das graças da arte!
Quando me contou que Nove Horas se referia à manhã, conversamos sobre títulos: o quanto títulos podem, dependendo do ouvinte, direcionar à visualização de imagens mentais a partir do que se ouve? Sem Água é uma na qual creio que o título leve bastante importância. Chenta já havia revelado que a inspiração para a própria vem da crise hídrica que São Paulo enfrenta. E a música dá, realmente, uma sensação de vazio. É a qual elegeria a mais melancólica do duo. Não há pressa na execução, deixando as notas soarem solitárias até o final, acabarem, como a água acabou. Curiosamente, me lembrou sertão, apesar da inspiração urbana. Soou quase caipira.
Novos Caminhos 2 é interessantíssima. O diálogo com a faixa título do álbum anterior é facilmente perceptível. Se na primeira Novos Caminhos havia um tom um pouco triste, já nessa segunda, as frases que estabelecem o diálogo com a primeira são executadas "pra cima", mais esperançosas. A volta toda que essa música dá é longa e cheia de ambientes diferentes, porém, o (novo) "caminho" entre cada ambiente da música é elegantemente percebido. E é literalmente uma "volta", retornando no final ao primeiro dos ambientes, reencontrando às primeiras frases já familiares. Impossível terminar de ouvi-la sem um sorriso largo no rosto.
Suite #1 (For Derek Bailey) é um espetáculo com 3 atos: começa bem, te envolve e é até aconchegante, até que cai. Agoniza legal, sofre, parecendo que vai sucumbir a qualquer momento. E aí renasce. Respira novamente. Belíssima faixa, dramatúrgica, literária. É altamente comum em músicas instrumentais me virem imagens na cabeça, mas nessa não veio nenhuma, eram os sons e somente os sons contando uma história com começo, conflito e final.
Estava bastante curioso para ouvir Tema pro Caguaçu por saber que Caguaçu se tratava de um local que se descaracterizou nos últimos anos graças à urbanização. O que chamou-me muita atenção nessa foi o conflito. Se em Faça-se a Luz! as guitas dançam uma com a outra, nessa me deu a impressão de que tudo ia bem, porém, em certo momento, elas propositalmente entraram em desentendimento, deixaram de falar a mesma língua. Não é um duelo, é uma discussão. Mas, claro, logo se entendem. Se é comumente esperado que os últimos sons de um álbum façam algo de especial já que carregam a responsa de encerrarem a obra, nesse caso, fazendo jus a toda não-obviedade do disco, não ocorre isso: a última faixa termina de modo simples, se retirando apenas, sem muita despedida. Apaga as luzes e vaza com um aceno tímido.
A escolha da estética do encarte foi certeira. Imagens em preto e branco dão ideia de serenidade. Levei um tempo para compreender que os símbolos ao lado das imagens eram um código para identificar o fotógrafo: tinha achado que eram uma mera opção estética, que condizia - e, mesmo não sendo "só" estética, continua condizendo - bastante com o título Antítese."

Fonte: Rodrigo Vettorazzo - Depoimento

Celso Barbieri - www.celsobarbieri.co.uk

"Antítese
Escutando este álbum, fiquei em dúvida… terei capacidade para escrever algo compatível com o nível deste trabalho? Em 2015 quando recebi o primeiro trabalho desta dupla virtuosa chamado Novos Caminhos cheguei até a sugerir que o mesmo poderia ser um novo caminho para o Jazz mas, agora com seu no álbum recém lançado chamado Antítese, me pergunto novamente, se este não é um novo caminho para a Música Popular Brasileira? Bom, a bem da verdade, de popular este trabalho não tem nada pois, como no álbum anterior, o mesmo, devido ao nível técnico de execução, beira o tempo todo o Jazz e a música erudita.
Segundo o dicionário Aurélio, a palavra Antítese representa uma figura pela qual se salienta a oposição entre duas palavras ou ideias. Bom, em qualquer sistema de raciocínio que procure chegar a verdade através do uso da argumentação, certamente acabaremos usando a “tese”, a "antítese" e a "síntese". Por exemplo, o "Inferno" é uma antítese do "Paraíso" assim como a "desordem" é uma antítese da "ordem". Antítese será então, uma justaposição de ideias contrastantes, opostas, geralmente usadas de uma forma coerente e balanceada.
E na música? Acredito que, nossos amigos Chenta e Barasnevicius, com uma técnica absurda, foram lá no caldeirão da música brasileira e colheram pedacinhos de bossa-nova, samba, baião, etc. e de forma minimalista buscaram chegar na essência da coisa, para depois reciclarem este material, repetindo-o, já vestido com uma nova roupagem que imediatamente remeteu-me ao Jazz só que, curiosamente fiquei sempre com aquela impressão de que nunca musicalmente saí do Brasil. É a “antítese” do velho, sem perder as suas origens. É a “antítese” do “Jazz” sem deixar de homenagear e respeitar os grandes mestres norte americanos do passado. É a “antítese” da “MPB” sem nunca deixar de soar "bem brasileiro".
Chamar este trabalho de música para as massas, de música fácil, seria um grande erro, mas, realmente não posso deixar de tirar o meu chapéu, porque senti a confluência dos estilos em composições perfeitas assim como um nível e qualidade da gravação maravilhoso que, somado à dedicação mostrada por Chenta e Barasnevicius torna Antítese um álbum essêncial, principalmente aos amantes da boa guitarra, acústica ou não.
Escutando este novo trabalho ficou claro que certamente estes músicos seriam muito mais respeitados e apreciados no exterior onde existe um público mais receptivo a este tipo de material sonoro. Só posso desejar que Chenta e Barasnevicius tenham a tenacidade para continuar criando, fazendo e nos brindando sempre com material desta qualidade! Parabéns!"

Fonte: www.celsobarbieri.co.uk

2015

Guitar Player - www.guitarplayer.com.br

"Tocar em duo traz os desafios e as oportunidades bastante peculiares dessa formação: o entrosamento entre os músicos deve ser impecável, a liberdade permite que a criatividade se sobressaia, a exposição sonora propicia o destaque do talento dos músicos. Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius aproveitaram todas as oportunidades e superaram os desafios na gravação do primeiro álbum do duo, Novos Caminhos. E são exatamente os novos caminhos sonoros trilhados pelos dois guitarristas que se destacam nesse trabalho. Em cada uma das 12 músicas do disco, Chenta e Barasnevicius exploram uma enorme variedade de andamentos, ritmos, timbres, arranjos e texturas. O resultado é um som instrumental interessante do começo ao fim, sem espaço para mesmice e lugar-comum."

Fonte: www.guitarplayer.com.br

Guitarload - www.guitarload.com

"Novos Caminhos é o CD de estreia da promissora dupla Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta. A concepção do material, totalmente autoral, demonstra ousadia. Afinal, um duo é uma formação que pode cair facilmente no marasmo, ameaça da qual Barasnevicius e Chenta conseguem livrar-se com engenhosidade. No disco, brilham duas guitarras acústicas sem nenhum efeito, a não ser um discreto reverb. Por meio das mãos de seus donos, elas são levadas a um passeio por uma série de gêneros e estilos, como jazz, bossa nova, funk, rock e valsa. Tudo sem amarras. A grande variedade de sons torna praticamente impossível rotular a obra e revela uma dupla conhecedora de muitos terrenos.
Na canção que abre o álbum, a faixa-título, constata-se um trabalho bem-amarrado, além de uma ótima melodia, características presentes em todo o disco. Em “Serra do Cafezal Parte 3”, Barasnevicius e Chenta mantêm a identidade ao mesmo tempo em que não se repetem. A música cresce em meio aos dedilhados, aos solos e às mudanças rítmicas. Ouve-se até uma base que beira o rock na parte final. A cada música, a dupla vai inserindo coloridos particulares ao CD. Em “Sente o Sete”, Ivan investe no suingue forte, no groove marcado. É o momento do improviso, no entanto, que sobressai. “O que se ouve é apenas uma melodia sem nenhum acompanhamento, embora exista com toda a certeza um pressuposto harmônico”, afirma Barasnevicius. Em “Mulher Brava”, o balanço e a energia continuam em alta depois de a introdução desenrolar-se como uma balada, gerando um contraponto interessante. Já em “Inocência”, presente em duas versões, a dupla aposta na sutileza. Parece uma canção feita para emocionar. Com “Tema para Pietra”, outra que aparece em dose dupla, Barasnevicius e Chenta dão tratamento especial à seção rítmica, que serve de apoio para outra excelente melodia.
O repertório ainda inclui “Contrastes”, em que salta aos ouvidos uma percussão feita na própria guitarra; “Serra do Cafezal Parte 1” – esta e a terceira entraram no CD porque, segundo a dupla, funcionaram muito bem no formato proposto; a sequência completa deve estar no próximo disco do Ivan Barasnevicius Trio –; “Minha Neném”, uma bossa nova na qual a harmonia e a melodia se entrelaçam de maneira magistral; e “Valsa para Ana”. Um elemento em destaque em Novos Caminhos, como se pode reparar pelo nome das peças, é a presença feminina. Barasnevicius homenageia a filha, Pietra; e a mãe, Ana Nilce; Chenta, a esposa, Tatiane, retratada em “Mulher Brava” e “Minha Neném”. Mas, cá entre nós, a dupla parece transformar tudo à sua volta em combustível para fazer música de qualidade.

Fonte: www.guitarload.com.br

33 Rotações - www.33rotacoes.com

"Será que, necessariamente, precisamos nos guiar por novas direções para encontrar novos caminhos? Quando a assunto é Música, outros elementos se juntam nesta jornada, e um é extremante essencial - a criatividade, que, a cada ideia, nota ou acorde, nos leva a um universo sem limites e sem fronteiras. São coisas que só a arte da música pode proporcionar.
E foi pensando Música que os guitarristas Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta resolveram somar todas estas variáveis e lançar o álbum "Novos Caminhos", um duo de guitarras acústicas com repertorio autoral. O mundo do Jazz sempre nos presenteou com grandes registros de duos de guitarras pelas mãos de Joe Pass e Joe Pisano, Bucky Pizzarelli e Howard Alden, Tal Farlow e Philippe Petit, entre outros; sem citar dos inúmeros encontros acompanhados de seção rítmica. "Novos Caminhos" é inspirado na diversidade de formas e estilos, carregando influências sem deixar de ser original. Aqui, as guitarras acústicas são as protagonistas - no canal direito está Ivan Barasnevicius, no canal esquerdo está Rodrigo Chenta, linhas paralelas que, de alguma forma, se encontram no infinito."

Fonte: www.33rotacoes.com

Celso Barbieri - www.celsobarbieri.co.uk

"Esta colaboração entre Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius gerou um álbum tranquilo e equilibrado chamado Novos Caminhos onde a faixa de abertura homônima nos brinda com uma introdução intimista que levou-me imediatamente para a varanda tranquila de uma casa imaginária em um campo cercado de verde por todos os lados, tudo dentro de um clima bem familiar. Muito embora as músicas deste álbum perambulem por estradas e caminhos diferentes, o jazz, está sempre presente e diluído em quantidades homeopáticas!"

Fonte: www.celsobarbieri.co.uk

Cutaway Guitar Magazine - www.cutawayguitarmagazine.com

"Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius empezaron las actividades de su dúo en 2013. Desarrollaron técnicas de arreglos, composición, improvisación e interacción musical, utilizando para ello, sólo dos guitarras acústicas con cuerdas de entorchado plano. Trabajaron su repertorio a través de composiciones propias donde caminan por ambientes como la balada, la bossa nova, el jazz y el groove. La mayoría de las obras musicales compuestas por el dúo demuestran gran originalidad y no se encuadran en géneros y estilos musicales ya demasiado conocidos. Poseen un álbum grabado en 2014 y lanzado en 2015 con el título “Novos Caminhos” que contiene 12 temas instrumentales, donde exploran con diferentes timbres e improvisan para construir dichos temas."

Fonte: www.cutawayguitarmagazine.com

Pauliceia do Jazz - www.pauliceiadojazz.com.br

"Fazer música. Apenas. Essencialmente. Separar um tempo, silenciar e deixar os sons, os acordes vir ao coração e apenas tocar. Dessa forma, os guitarristas Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius apresentam Novos Caminhos, o novo trabalho, gravado ...". "No álbum virtual, a dupla apresenta doze faixas com composições próprias. Uma oportunidade de conhecer timbres limpos e o toque bem refinado do duo de guitarristas. Um trabalho com toda a variação rítmica brasileira, influências da música internacional e com clareza melódica. Novos Caminhos é um convite para prestar atenção e apreciar os timbres das guitarras, com uma linguagem contemporânea e a sonoridade clara e sem ruídos de Rodrigo e Ivan."

Fonte: www.pauliceiadojazz.com.br

Portal - www.informacaomusical.com

"Este é o primeiro álbum deste duo de guitarras acústicas e já causa bons arrepios em quem gosta de harmonias sofisticadas, rítmicas ousadas e timbres bastante diferenciados. Ao ouvir este trabalho se tem a impressão de estar na mesma sala onde foi gravado. Consta de composições autorais divididas entre Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius que assinam juntamente os arranjos das músicas. Algumas, dificilmente se enquadram em gêneros musicais conhecidos e outras já caminham pela bossa nova, ballada, funk, jazz, etc. Os solos improvisados demonstram a versatilidade destes guitarristas e o alto nível de interação que possuem."

Fonte: www.informacaomnusical.com

SL Music Magazine - www.slmusicmagazine.com

"Rodrigo Chenta & Ivan Barasnevicius Duo acabam de lançar o CD Novos Caminhos. Os dois guitarristas registraram 12 faixas autorais de música instrumental. O trabalho foi lançado somente em formato digital."

Fonte: www.slmusicmagazine.com

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ENTREVISTAS




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VÍDEOS

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PARTITURAS

Fritando Panqueca

(Rodrigo Chenta)


Guitarra 1

Guitarra 2

Faça-se a luz!

(Ivan Barasnevicius)


Guitarra 1

Guitarra 2

Sem água

(Rodrigo Chenta)


Guitarra 1

Guitarra 2

Crossfades

(Ivan Barasnevicius)


Guitarra 1 e 2

Quartais

(Rodrigo Chenta)


Guitarras 1 e 2

Nove horas

(Ivan Barasnevicius)


Guitarra 1

Guitarra 2

Novos caminhos 2

(Rodrigo Chenta)


Guitarra 1

Guitarra 2

Suite for Derek Bailey

(Ivan Barasnevicius)


Guitarra 1

Guitarra 2

Antítese

(Rodrigo Chenta)


Guitarras 1 e 2

Tema pro Caguaçu

(Ivan Barasnevicius)


Guitarra 1

Guitarra 2

Mulher Brava

(Rodrigo Chenta)


Guitarra 1

Guitarra 2

Serra do Cafezal

(Ivan Barasnevicius)


Guitarra 1

Guitarra 2

Novos caminhos

(Rodrigo Chenta)


Guitarra 1

Guitarra 2

Tema para Pietra

(Ivan Barasnevicius)


Guitarra 1

Guitarra 2

Inocência

(Rodrigo Chenta)


Guitarras 1 e 2

Valsa para Ana

(Ivan Barasnevicius)


Guitarras 1 e 2

Minha neném

(Rodrigo Chenta)


Guitarras 1 e 2

Serra do Cafezal 3

(Ivan Barasnevicius)


Guitarra 1

Guitarra 2

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IMAGENS

Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta (Foto: Felipe Kardoso) Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta (Foto: Tatiane Chenta) Ivan Barasnevicius (Foto: Felipe Kardoso) Rodrigo Chenta (Foto: Felipe Kardoso) Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta (Foto: Tatiane Chenta) Rodrigo Chenta, André Ferraz e Ivan Barasnevicius (Foto: Felipe Kardoso) Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius (Foto: Monique Boer)
Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta1 Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta2 Ivan Barasnevicius3 Rodrigo Chenta4 Ivan Barasnevicius e Rodrigo Chenta5 Rodrigo Chenta, André Ferraz e Ivan Barasnevicius6 Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius7

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